O regresso da Domestic Junkies

Power trio foi formado em 2012 no subúrbio carioca (Foto: Divulgação)

A Domestic Junkies é um power trio de grunge/punk do subúrbio carioca. Após um hiato, a banda retomou as atividades em plena forma, com direito a novo single e a formação original: Rogger Possatti (vocal, guitarra e bateria), Rayssa Baldez (vocal, bateria e guitarra) e Leonardo Baldez (vocal e baixo). Juntando a sujeira do grunge e a potência do punk, o grupo tenta resgatar o espirito rock’n roll dos anos 90 desde 2012.

Conversamos com o baixista da Domestic Junkies, Leonardo Baldez. O músico fala sobre o retorno da banda com o novo single Insomnia, que ganhou clipe, e comenta que o trio está em estúdio preparando material para um novo disco, com possibilidade de ser lançado ainda neste ano. Confira na sequência a entrevista concedida por Baldez ao Zine Musical:

O que levou a banda a parar suas atividades?
Leonardo Baldez: Precisávamos de um tempo para resolver questões pessoais da vida adulta: trabalho, estudo, etc. Parte da banda havia parado de se falar!

Como aconteceu o retorno da Domestic Junkies?
Baldez: Assim que as coisas se resolveram, dois anos depois decidimos nos reunir para gravar umas músicas velhas. Nesse reencontro acabaram surgindo canções novas também.

E o feedback de retornar com clipe e single novos?
Baldez: Muito bom! Estamos em estúdio trabalhando para apresentar um disco novo ainda neste ano. Posso dizer que o conjunto da obra se encontra um tanto amadurecido e o material é bastante pessoal.

Como foi a experiência de gravar um clipe para esse novo single?
Baldez: Foi uma experiência simplesmente fantástica! Chamamos o nosso parceiro de underground Gui Moura que dirigiu e colaborou com o Rogger Possatti para criar a história do clipe. Os nossos amigos também participaram e tivemos uma locação graças à Karen Batista. Esse lance de “faça você mesmo” é a única forma de fazer as coisas para a gente.

Vocês são da Zona Oeste do Rio de Janeiro, de Jacarepaguá. Como está a cena local atualmente? Há lugares para tocar, boas bandas, etc?
Baldez: Cara, acho que de uns anos pra cá a cena deu uma esfriada geral, talvez por conta da crise. Aqui pelo Rio de Janeiro ainda temos algumas bandas e eventos que perduram, mas acho que de uma forma geral o underground agora anda bem espalhado. Você encontra bastante evento por Niterói/RJ, São Gonçalo/RJ e pela Baixada Fluminense.

A Rayssa Baldez também toca na Catillinárias. Dá pra conciliar a agenda das duas bandas numa boa?
Baldez: Dá sim! Tanto na Domestic Junkies quanto na Catilinárias a gente se divide bem com as tarefas da vida adulta e não seria
diferente o conciliamento entre as bandas.

Quais os planos para o futuro da Domestic Junkies?
Baldez: Queremos concluir as gravações do novo disco ainda neste ano, lançar mais um clipe e seguir fazendo shows sempre que possível.

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Edição: Michel Pozzebon
[Zine Conteúdo]

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