Para fortalecer o rock nacional

Vivendo do Ócio trouxe os hits da carreira no setlist (Foto: Helson Trindade)

Fomentar o rock nacional. Nessa levada, o Teatro Odisseia, no Rio de Janeiro, recebeu no dia 30 de abril uma espécie de festival. A casa de shows da Lapa foi o palco para as apresentações de bandas como Selvagens à Procura da Lei, Vivendo do Ócio, Drops96 e Divisa.

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A Divisa abriu os trabalhos. Com muita energia, a banda apresentou canções do seu EP (Auto)retrato, lançado em agosto de 2016, somado à covers de The Killers e Kings Of Leon, e com um pop rock delicado e envolvente.

E o palco ficou pequeno para a Drops96, com um show que fluiu da melhor maneira possível. Com cinco integrantes fazendo um rock que não pode ser definido. Mas, nota-se um pop rock pesado influenciado por guitarras de bandas nu-metal e post hardcore com atitude, presença e a sintonia que vem desde à época do colégio, quando a banda começou.

E o vocalista Fabio Vallente pegou o público de surpresa ao anunciar o fim da banda, sendo este o último show. A tal despedida trouxe no setlist músicas do mais recente álbum Busque Mais Vida (2016) – assim como os dois primeiros trabalhos do grupo, o disco foi lançado por meio de financiamento coletivo.

Os veteranos da Vivendo do Ócio já estiveram diversas vezes por aqui desde o sucesso do primeiro disco Nem Sempre Tão Normal (2008), quando ganharam o prêmio de Banda Revelação no VMB em 2009. Depois de estourarem com seu indie rock, a banda aposta agora em um uma sonoridade mais nacional e regional de forma nostálgica e saudosista, tal qual o disco Selva Mundo (2015), também lançado via crowdfunding.

Nostalgia, Fora Mônica, Rock Pub Baby, Prisoneiro do Futuro e até a delicada Carranca entraram para o setlist, que trouxe os hits dos três discos da Vivendo do Ócio.

Show animado da Selvagens à Procura da Lei (Foto: Helson Trindade)

A Selvagens à Procura da Lei fez os show mais animado da noite! No repertório, músicas do começo da carreira e do mais recente disco da banda, Praieiro (2016) – álbum responsável por mudar o rumo do grupo cearense para uma sonoridade mais tropical, com guitarras suingadas, reggae e o sotaque marcante de sempre.

Em tempo, o evento demonstrou que a atual cena do rock nacional segue firme, forte e respirando, com bandas que merecem o seu apoio, respeito e admiração. Vida longa!

Veja edição extra do Zine Live direto do Rio de Janeiro:

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