Quando a música encontra a psicologia

Além de compositor e violonista, Thomaz Panza é psicólogo clínico

Psicólogo clínico há dez anos, da vivência de Thomaz Panza nascem composições cheias de vidas que vemos andando por aí – alegrias e tragédias de amor, felicidades e conquistas, tropeços e recomeços. Sambas, boleros, valsas, as canções do compositor e violonista paulistano retratam paisagens afetivas, caminhos dramáticos, crônicas bem humoradas de histórias que vê à sua volta.

Em setembro do ano passado, Panza apresentou seu disco de estreia, O Curva (2016), via financiamento coletivo. O disco, com 12 faixas, é o resultado do encontro entre a música e a psicologia. De ouvir suas canções, já sabemos sua paixão verdadeira: os outros. Influenciado pelo violão de Dori Caymmi e pela poesia de Chico Buarque, o artista começou seus estudos musicais aos 16 anos na principal escola de formação de músicos populares – a madrugada. De posse de seu violão de sete cordas, tomou muito sereno nos ombros acompanhando choros e sambas nas rodas da zona norte e oeste de São Paulo.

As canções de Panza são reflexos de quem ouve. E pra compor assim, só mesmo vendo nos outros mil espelhos de si mesmo.Com arranjos de Reinaldo Ponte, o disco O Curva tem participações de Dori Caymmi, Tatiana Parra e da cantora portuguesa Susana Travassos, além de músicos instrumentistas de um talento vigoroso.

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