A banda que foge do rock “caretão”

579444_447041375323099_482376488_n“A gente acha que o rock anda muito caretão, especialmente com a sonoridade de guitarra com baixo e bateria. Por isso fomos atrás de outras influências, como o hip hop e o eletrônico”, diz Davi Bretas, guitarrista da banda mineira de amti-rock Aldan, que acaba de lançar o álbum Pode Ser que Daqui um Tempo Eu Tenha 30.

O novo trabalho da Aldan, o terceiro da carreira dos mineiros, é um disco de sonoridade mais experimental e soturna, bem diferente do tom mais tradicional que havia nos trabalhos anteriores do quarteto de Belo Horizonte. “As composições desse álbum mostram o momento de amadurecimento pelo qual passou a banda. Isso é reflexo da mudança na maneira de criar as músicas”, observa Bretas.

Nos trabalhos anteriores, os quatro integrantes costumavam se encontrar para construir as músicas em conjunto. Dessa vez, apenas o baixista Fernando Bones e o guitarrista Marcus Vinícius Evaristo focaram na pré-produção, experimentando o máximo possível os samplers e os elementos eletrônicos para as novas músicas.

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